Executivos de agência posam nus para anunciar mudança de marca

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Para anunciar um reposicionamento no mercado e mudança da marca, os executivos de uma agência de marketing nova-iorquina decidiram posar nus para a campanha de apresentação da nova Mode Design Group, agora Viceroy Creative.

Nas fotos da campanha, o presidente David Moritz, a diretora de criação Gabrielle Rein, a gestora de contas Raegan Gillette se apresentam nus em diversas poses no escritório – com traja preta em algumas das fotos – acompanhados pelo diretor financeiro Aaron Bearce, o único que aparece vestido em todas as cenas.

Em comunicado, a agência disse que a ideia foi inspirada na campanha por Stefan Sagmeister e Jessica Walsh quando anunciaram a sua parceria. Veja aqui

A estratégia de tirar a roupa e mostrar quase tudo já havia sido utilizada pela agência Sagmeister & Walsh em 2012, que desnudou seus sócios para anunciar a parceria.

Em comunicado, a Viceroy Creative disse que a campanha é uma espécie de “paródia” do anúncio da Sagmeister & Walsh “que ganhou as manchetes em 2012″.

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 Leia a matéria inteira na integra.

A IMPORTÂNCIA DE UM SITE RESPONSIVO

BLOG 003 - A importancia de um site responsivo

 

Antes de você saber o que é, entenda alguns dados:

1) – Usuários do Facebook mobile (smartphone ou tablet) acessam 2x mais que usuários em desketop;
2) – 4 entre 5 usuários utilizam seu smartphone para efetuar compras online;
3) – 43% dos consumidores não voltam a acessar sites de carregamento lento;
4) – 74% dos consumidores esperam até 10 segundos para carregar um site em dispositivos móveis;
5) – E O MAIS IMPORTANTE: 61% dos internautas que utilizam smartphones desistem de acessar um site que não otimização para mobile.

 

Um site responsivo nada mais é que um site “ajustável”, ou seja, um site visualizado em um desktop ou em um dispositivo móvel como smartphone e tablets, que independente da resolução de seu monitor ou display (que varia de 320×480 a 1024×780), sua visualização se adéqua 100% no espaço sem perder informações ou ter a utilização da barra de rolagem horizontal. Com isso, sites responsivos não tem a necessidade de ser desenvolvido em CSS para cada plataforma aplicada.

Foi o que  marca Santo Botequim fez ao reformular sua plataforma. Hoje com um site responsivo e de conteúdo dinâmico desenvolvido pela SPZ, internautas e consumidores acessam o conteúdo de menu, efetuam reservas e até mesmo localização do estabelecimento com agilidade, facilitando com que se destinem ao Santo Botequim, já fora de sua residência, de modo rápido, prático e seguro diretamente de seu smartphone.

Antes, para visualizar um site de modo adequado via mobile, era necessário à criação de dois layouts, um para cada plataforma com informação resumida em sua apresentação, funcionando assim, melhor se muito bem segmentado e um único tema, o que para alguns não funciona.

A ideia de um site responsivo é ter um único site que adapte tanto seu layout quanto seu conteúdo para qualquer plataforma de visualização, aumentando seu tráfego online. Além de ser prático, os sites responsivos não geram custos adicionais na implantação em outras plataformas.

Com todas essas informações, você considera seu site apto a receber acesso via mobile? Conheça mais sobre site responsivo e a importância de tê-los. A SPZ está a disposição para ajudá-los.

5 ATITUDES QUE PREJUDICAM SUA EMPRESA NAS REDES SOCIAIS

BLOG 004 - Cinco atitudes que prejudicam sua empresa nas redes sociais

 

Vários exemplos já provaram a força das redes sociais para as pequenas empresas. Uma resposta mal feita ou uma discussão com os clientes podem ganhar proporções enormes e marcar para sempre a marca como desrespeitosa e pouco profissional. Por isso, cuidar bem da sua imagem em redes sociais como Facebook e Twitter é essencial.

Sem um manual pronto para usar, os empresários precisam entender como atingir seu público nas mídias sociais. “É importante lembrar que não existem ainda regras pré-definidas. É um meio de comunicação ainda novo em que tanto pequenas quanto grandes empresas estão construindo seu relacionamento. Estamos em uma época de experimentação”, explica Eric Messa, professor da Faculdade de Comunicação e Marketing e coordenador da área de mídias sociais da Faap.

Para André Siqueira, sócio-fundador e diretor de marketing da Resultados Digitais, o primeiro passo é evitar problemas. “Não se envolver em polêmicas, quando não tem nada a ver com o negócio. Falar de futebol, religião e política vai mexer com os sentimentos das pessoas que o acompanham, sendo que não tem relação com a empresa”, diz.

1. Não perca a paciência nem ignore reclamações

As discussões nas redes sociais não podem extrapolar o profissional. Por isso, nunca perca a paciência nem ignore o que as pessoas estão dizendo sobre o seu negócio.

“Se alguém reclamou, a gente tem que tentar entender a intenção da pessoa. Se ela tiver só fazendo para incomodar, não adianta ficar irritado, pode gerar uma repercussão negativa”, diz Siqueira. Ignorar também não ajuda, já que as mensagens, muitas vezes, ficam públicas e outros clientes podem ver.

2. Separe redes de SAC

Depois que os consumidores perceberam que o resultado de reclamar nas redes sociais é mais rápido e eficaz, muita gente passou a deixar o Serviço de Atendimento ao Consumidor de lado e só usa este canal. Para empresas, é importante informar com clareza a função de cada um. “Ao criar o perfil nas redes, dá a impressão de que abriu canal de atendimento, é preciso ter muita atenção de como prestar esse atendimento”, indica Messa.

Antes de começar a atender nas mídias sociais, veja a estrutura do seu negócio e se ele está pronto para fazer este atendimento, que deve ser rápido e funcionar a todo momento. “Tem que ser muito ágil, quase que imediato. Se não tem equipe para dar esse tipo de retorno, é melhor nem deixar essa porta aberta. Pode ter presença, mas deixar evidente que ali não é canal de atendimento e deixar claro quais são os melhores meios para esta finalidade”, diz o professor.

3. Fale de vários assuntos, não só do seu produto

Nas redes sociais, o usuário não espera receber só ofertas ou notícias sobre produtos. É preciso gerar conteúdo. “Falar só de produto não funciona em nenhuma rede. Além disso, é importante só falar a verdade”, indica Siqueira. Tenha uma frequência de postagens e não exagere na quantidade de posts.

4. Tenha uma linguagem própria

Tirando algumas exceções, a maioria das pessoas nas redes sociais espera uma linguagem mais informal. “É muito bom tentar ser mais informal com o relacionamento com o consumidor quando está nesse ambiente, porque tem essa proximidade com o consumidor. Não dá para colocar como regra, porque a empresa que tem como imagem ser formal não tem que aparecer com uma linguagem diferente”, ensina Messa.

Decidido se seu perfil vai atuar ou não como call center, é preciso que ele tenha linguagem própria. “O ideal é que o atendimento não siga o mesmo molde ou seja feito pela mesma equipe que faz o call center. A linguagem não é a mesma. O processo tradicional do call center que passa por etapas não funciona e pode acabar estimulando um crescimento de reclamações”, diz Messa.

5. Não implore participação

Ter mais compartilhamentos significa que mais pessoas vão conhecer seu negócio. Mas implorar para que os usuários curtam ou compartilhem algo não é o ideal. “Principalmente no Facebook, você vê marcas implorando com por favor, pedindo para curtir, comentar. O que é feio é quando o conteúdo não é interativo e você fica implorando por likes sem ser merecedor disso”, diz Siqueira.

Além disso, cuidado com o tal “comportamento de spammer”. “É querer crescer a base de qualquer forma. No Facebook, marcar as pessoas em fotos da empresa é muito chato. Pode dar visibilidade no curto prazo, mas ao longo do tempo pode prejudicar muito a reputação”, afirma.

Fonte: Exame.com

PULSEIRA PROMETE SUBSTITUIR AR CONDICIONADO

BLOG 001 - Pulseira substitui ar condicionado

Estudantes de engenharia Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) desenvolveram o Wristify, um projeto que busca reduzir o consumo de energia de maneira curiosa. Trata-se de uma pulseira térmica capaz de alterar a temperatura corporal dos seus usuários. O dispositivo seria capaz de não só resfriar como também aquecer todo o corpo humano.

Desenvolvido por quatro estudantes, a pulseira Wristify direciona pulsos com ondas quentes ou frias direto para o pulso dos usuários, alterando assim, a temperatura de seus corpos. Os criadores dizem que o intuito do projeto é reduzir o consumo de energia com sistemas de ar condicionados de grandes edifícios do Estados Unidos.

A ideia do dispositivo passa por uma importante descoberta. Segundo um estudo realizado pelos quatro estudantes, a pele humana é muito sensível a rápidas alterações de temperatura. Eles descobriram que, mesmo enviando ondas a uma pequena área, elas poderiam afetar todo o corpo.